Levantamento de necessidades
Mapeamento de setores, ramais, números em uso, volume de chamadas e regras de atendimento atuais.
Um roteiro conduzido do levantamento inicial ao pós-implantação, para migrar da telefonia tradicional sem interromper o atendimento.

Trocar a telefonia é uma decisão adiada em muitas empresas por um motivo simples: medo de ficar sem telefone durante a migração.
Esse receio faz sentido quando o fornecedor entrega a plataforma e deixa a empresa configurar sozinha. Nesse cenário, qualquer detalhe esquecido aparece na forma de chamada perdida.
A implantação assistida existe para retirar esse risco da mesa: cada etapa é planejada, testada e acompanhada por um técnico responsável até a operação estabilizar.
Implantação assistida significa que a empresa não precisa dominar telefonia para migrar. O fornecedor conduz o projeto, documenta o desenho do atendimento e valida cada configuração antes de ativá-la.
A migração é feita em janelas planejadas, com o serviço antigo funcionando em paralelo sempre que possível. Só depois dos testes o número principal passa a tocar na nova central.

Mapeamento de setores, ramais, números em uso, volume de chamadas e regras de atendimento atuais.
Criação dos ramais, grupos, permissões e desvios, com identificação clara por área e por pessoa.
Condução do processo formal para manter os números que a empresa já divulga há anos.
Validação de entrada, saída, transferência, URA, horários e comportamento fora do expediente.
Orientação prática sobre aplicativo, transferências, filas e consulta de histórico.
Período de acompanhamento próximo, com ajustes rápidos conforme o uso real revela necessidades.
A implantação assistida é indicada para quem quer modernizar a comunicação sem assumir risco operacional.
Negócios que ainda usam PABX físico, com manutenção cara e peças difíceis de repor.
Empresas em que ninguém tem tempo ou conhecimento para configurar uma central telefônica.
Negócios em que ficar uma hora sem telefone representa perda de venda ou de prazo.
Companhias abrindo filiais ou ampliando o time e que precisam padronizar o atendimento.
Cada projeto segue quatro momentos bem definidos, com responsável técnico do início ao fim.
Reunião de levantamento, análise de contas atuais e desenho da solução com custo previsto.
Configuração da central, criação de ramais, gravação das mensagens e verificação de rede e equipamentos.
Ativação em janela combinada, com testes de chamada reais e suporte presente durante a transição.
Ajustes finos nas primeiras semanas, revisão de indicadores e treinamento complementar quando necessário.

A migração é tratada como projeto, com etapas, responsáveis e critérios de aceite — não como uma simples troca de fornecedor.
O projeto é planejado para evitar interrupção. Sempre que possível o serviço antigo continua ativo em paralelo e a virada acontece após os testes.
A configuração da central costuma ser rápida. O prazo total depende principalmente da portabilidade dos números, que envolve processo entre operadoras.
Normalmente um responsável administrativo ou de TI, que valida o desenho do atendimento e acompanha os testes junto com nossa equipe.
Sim. Em operações maiores é comum migrar setor por setor ou unidade por unidade, reduzindo o impacto em cada fase.
Sim. Fazemos a orientação prática de uso do aplicativo, transferências, filas e consulta de histórico durante a implantação.
Seguimos disponíveis para ajustes, inclusão de novos ramais e mudanças de fluxo conforme a empresa cresce.
Fale com um especialista e receba um roteiro de migração com etapas, prazos e custos estimados.
JT Telecom — operadora homologada pela Anatel, com atendimento a empresas em todo o Brasil.